Sunday, 11 September 2011

Esmaltes! nfu-oh rivka holográficos bases

Vou postar sobre um assunto completamente diferente, em português, só para ser "achada" pelo Google e consequentemente pelas outras malucas que como eu se apaixonaram pelos esmaltes de unhas holográficos.

Como todas sabem os holográficos Nfu-oh tem uma duração péssima, mas as outras brasileiras que vieram antes de mim descobriram uma técnica excelente que funcionou muito bem para mim: leia sobre ela aqui.

Bom, minha obsessão com esmaltes começou há pouco tempo, durante 8 anos eu sequer fiz as unhas! Claro que fiquei louca com os esmaltes que temos à nossa disposição agora, especialmente os holográficos. Quando tudo isso começou, há uns 2 meses atrás, nós já tínhamos aqui os holos da Rivca, eu comprei o Jenny e esse foi meu primeiro holo.

Na semana passada comprei 3 Nfu-oh de uma vendedora no Mercado Livre que foi muito atenciosa. Escolhi o 61, o 62 e o 66. O primeiro teste foi com o 61, e já de cara usei a técnica da base fosca + roxinho. Na hora de aplicar o 61 foi aquele terror que eu já li em outros blogs, a textura dele estava super viscosa e com uns grumos (mesmo depois de agitar bastante), e eu entendi o que vocês todas dizem quando ele "arrasta" e que não podemos passar o pincel 2 vezes no mesmo lugar. Mas enfim consegui passar uma primeira camada que não ficou perfeita, apenas razoável. Não fiquei muito impressionada com a holografia do esmalte, me pareceu menos holográfico que o da Rivka. Daí resolvi pingar umas gotinhas do diluente de esmaltes da Mavala para baixar a viscosidade e deixar a textura mais homogênea. Melhorou, e foi mais fácil de passar a segunda camada. O efeito holográfico desse esmalte não foi nada impressionante, ele não brilhava a não ser no sol, e não era mais que o Jenny. O esmalte ficou perfeito 3 dias, mas hoje eu tirei para testar o 62, então a técnica descrita acima realmente funciona, porque eu inclusive lavei louça todos os 3 dias.

Bom, com o 62 eu resolvi fazer um novo teste, usei como base duas camadas do Mavala Barrier-Base Coat. A textura dele também está perfeita e não usei o diluente. A aplicação foi totalmente normal, super fácil, nada de arrastões! E ele brilha muito, mesmo na luz artificial, dentro de casa. Sim, agora eu entendi porque os Nfu-oh são tão famosos! Bom, temos duas coisas a levar em consideração aqui: primeiro, a base da Mavala deve ter ajudado a aplicação, além do fato desse esmalte estar OK. O meu 61 deve estar velho, estragado ou simplesmente não foi bem feito, talvez seja o resto do lote, vai saber! Agora eu quero saber o quanto ele vai durar nas unhas. Passei 2 camadas sobre a base da Mavala, e vou postar novamente sobre essa experiência para vocês daqui uns dias.

Não pretendo continuar a postar sobre o assunto quando as experiências se esgotarem, mas eu quero dividir isso com as outras consumidoras brasileiras que estão extremamente mudadas e me ajudaram muito com os artigos publicados em seus blogs. ;-)

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